novembro 01, 2010

Yesterday.

"Hoje há poucas palavras,
Ontem havia um palavrão,
Era como meu coração pulsava,
Intensa, preocupação.

Rostos observados,
Maquiagem já borrada,
Olhos trocados,
Um andarilho que não pôde fazer nada.

E mesmo assim,
Um sorriso procurado,
Em lágrimas sem fim,
Nada é encontrado.

Perdoe minha intromissão,
Não é do meu feitio,
Observar um coração ferido,
Não tentando ações que não sejam em vão.
 
Meu limite não conheço,
Meu impulso não obedeço,
E minhas palavras não fazem efeitos,
Espero que meus atos não façam o mesmo.


E como me sinto,
Não minto, não omito,
E digo que procuro entender,
Permanecerei aqui, junto a você."


(Rafael Nicolay)

O bom conselho!?!

"Bom, é muita audácia eu vir escrever no blog dos outros, mas vocês seguidores  podem refletir melhor quando alguém possa já ter refletido primeiro e comentado. Desta vez, a reflexão em geral é sem nenhuma conclusão, apenas para acompanhar o raciocínio.
Então, começamos a ver o errado em nós, o que tanto incomoda? Imaturidade? Desapego? Falta de amores? Falta de dedicação? Falta de sonhos? O leitor e escritor deste blog as vezes entra no desabafo, um dos outros, mas e o seu desabafo próprio? Não será outra pessoa a fazer você mudar caso você não queira. A resposta é fácil para quem parou de procurar e resolveu enxergá-la.


Você é a resposta!


Sua vida, está, digamos que sem brilho? Preencha-a, dê suas cores a ela, possui infinitos momentos e sentimentos para criar uma aquarela.
Caso o seu problema seja o tempo, daqui a algum tempo será a solução. Você possui uma meta e o tempo têm de passar para você viver, aprender e chegar na mesma. Não adianta pedir para o tempo parar, pois ele é incansável e voa diante nossos olhos. Eu, uma menina aos meus 19 anos apenas pedi para o tempo parar, para eu poder consertar quem sabe algo ou planejar, mas ele queria me ensinar que a hora é agora, cada segundo podemos criar novos momentos, novos desafios e mudar o rumo de nossos destinos, o que devemos entender é que não importa como o mundo nos trata, roubando uma frase, mas ele não vai parar para que você se recupere.


Recomendo para tanto o escritor deste blog quanto para o leitor um texto de Drummond - Faxina na Alma.
E lembrem-se: 'Não importa onde você parou, em que momento de sua vida você cansou, recomeçar é dar uma nova chance a si.'".


(Thaís Fernandes Torres)

A pirate's life for me.

"Yo ho, yo ho, a pirate's life for me
We pillage, we plunder, we rifle, and loot
Drink up, me 'earties, yo ho
We kidnap and ravage and don't give a hoot
Drink up me 'earties, yo ho

Yo ho, yo ho, a pirate's life for me
We extort, we pilfer, we filch, and sack
Drink up, me 'earties, yo ho
Maraud and embezzle, and even high-jack
Drink up, me 'earties, yo ho

Yo ho, yo ho, a pirate's life for me
We kindle and char, inflame and ignite
Drink up, me 'earties, yo ho
We burn up the city, we're really a fright
Drink up, me 'earties, yo ho

We're rascals, scoundrels, villains, and knaves
Drink up, me 'earties, yo ho
We're devils and black sheep, really bad eggs
Drink up, me 'earties, yo ho

Yo ho, yo ho, a pirate's life for me
We're beggars and blighters, ne'er-do-well cads
Drink up, me 'earties, yo ho
Aye, but we're loved by our mommies and dads
Drink up, me 'earties, yo ho

Yo ho, yo ho, a pirate's life for me!"


(Pirate's Song)

outubro 28, 2010

Nossos passos, bons abraços!

       "Começando a andar, simples passos em pouco espaço. Sinto a forma que meus pés tocam ao chão, formando um triângulo, formando um aconchegante e macio local para pisar. Foco minha atenção, em um céu, hoje cinza, mas que mostrou sua beleza e imensidão azul com uma claridade mais do que dourada. Eu ando distraído, perdido em pensamentos, perdido em sorrisos, que por forma, são teus. Estes que encantam meu inconsciente, meus sonhos e agora, minha forma de andar.
       Ando sorrindo, todos olham para minha pessoa, não entendem, não precisam entender, o que importa é o que levo comigo, dentro do meio do peito, pulsante, enviando para minha mente, meu eterno coração.
       O que percebo é sobre a forma como tudo acontece, a proximidade que aquece e abraços sem soltar. Eu digo, eu vivo e eu vejo o tudo que há de mais belo, seja por desejo, seja sem ser.
       Há em mim agora, uma parte tua, esta, designada pelo meu Eu, onde lá, estará sempre a tua imagem, naquele momento, naquele segundo, importante e sem fim. Mostrando o começo, meu esboço, meu caloroso corpo que procura permanecer aqui.
       O “nosso”, o que é? Há então a recordação mencionada, a imagem gravada, os momentos bons. Não há ruins, basta-nos mudar o ponto de vista, basta-nos perceber, o que penso agora? Sincero e puro. Satisfatório, em outras palavras, perfeito, por ti.
       Ao primeiro passo em algo perdido, uma perda significativa, marcada para sempre, não por lágrimas, mas pela calma e pela alegria. Assim é, o que penso, o que sinto e o que procuro. Em futuro, não é somente o que anda pela minha mente, em presente, faz-se uma pequena parte, mas a ti, meu coração, de alguma forma, bate."

(Rafael Nicolay)

Proximidade.

       "Em minhas memórias próximas, a obviedade dos dias que antecedem, entendo melhor a consciência do Eu. Este que preenche os espaços da vida, dentro do cérebro, por meio dos pensamentos, pensando em ‘Ser’.
       Não decifro este enigma, não por incapacidade, mas pelo não voto, fique como está, seja como és. Lindo.
       A entrega, ou não, a cautela, porém, uma recepção um pouco precipitada, mas o que valera a espontaneidade, esta última, sem precedentes imagináveis ou quem sabe um.
       Não entrar em contradições, mas afirmar o que é sentido, o frio, o calor, suspiro, ar. Ar com ah, rima, porém não é esta a intenção. Qual intenção? Má não é, mas curiosa.
       Percorrem as extremidades do corpo, aquecendo-as, em belas danças, autônomos movimentos, os olhos fechados, imaginando o melhor do que há, e o que há?
       Sorriso de lábios fechados, portas em quartos trancados, verdades em poucos gestos, ah, tranqüilizante.
       Sem mais o que dizer, basta respirar, então forçar, um abraço já entregue, por graça, por afeto, por algo a mais. Não é cena, nem obsceno o pensamento, o momento, o local. É único e digno de memória, minhas próximas, não só, alegrias."

23/10/2010.

(Rafael Nicolay)

outubro 22, 2010

Tuas frases e minhas lágrimas.

"Se um dia eu partir,
Não chores.
Porque falta não farei.
Serei um fardo a menos,
Em suas vidas.
Se um dia eu partir,
Cante, sorria viva e esqueça que eu existi.
Das perdas tudo se modifica, tudo se substitui,
Por isso, não chores.
Viva, quando eu partir."

(Luciene Nicolay)

outubro 21, 2010

Aos créditos finais... Verdade!?!

"A angustia faz-se presente. Sentimento estranho, ainda por perguntar. Não é o que foi dito, mas o que foi omitido, talvez a frieza estivesse presente, não, ela estava presente ou a pressão não deixou passos para a eloqüência. Sei do que penso, mas traduzir e omitir sem motivos sólidos para tal.
         Quando a pergunta por que se insere no script, o palco ilumina apenas as próximas palavras, palavras em que a platéia fica muda na espera de um clímax, o ato próximo e importante do final. Com lágrimas omissas e o espetáculo já cinza, sequência de lágrimas ao chão.
         Quem não está no palco não entende os fatos, estes sinceros até seu ponto final ou suas reticências pela verdade inegável de que apenas um motivo não poderia dar um fim. Fim acompanhado de lágrimas, estas não pelos olhos, mas pela alma ali parada, com a vontade do almoço, a roupa e o esboço de raiva, esta, manifestada com o que era escutado.
         Há então um novo diálogo e a resposta, os princípios. Sim, a grande barreira a ser desafiada pelo protagonista. A verdade dita sobre um tipo de objeto, não era mais tão verdade assim. O que se passava era a vontade do coração de algo mais, diferente e novo, este com o tempo obtido, porém, a necessidade de estar livre. Livre para poder olhar, falar, chorar, demonstrar por palavras que as mesmas citadas uma vez não eram falsas, as mesmas empregadas em momentos, estes, eternizados. A boa lembrança, o grande fato, seguir em frente. Não seria desculpa, não sei se é o pedido de perdão, mas a angustia de demonstrar o que realmente passa e o que foi omitido, para falar, tudo é lembrado como mágica e especialmente guardado em um peito pulsante, que agora já não sente mais a pressão."

(Rafael Nicolay)