maio 10, 2011

Poesia simples!

Bem simples,
Do tamanho que procuro,
Da forma que desejo,
Na conduta de todo o mundo.

Sem rimas,
É a poesia que prevalece,
De alguma forma se esquece,
O seu "quem" quis criar.

Pequenino,
Em forma composta,
Feita toda prosa,
Mas esqueceu-se de rimar...

O sentido,
Bom, este fica perdido,
Em contos de menino,
Em poesia que acabo de criar.

Por que eu escrevo?
Não sei...
Penso que de alguma forma prevaleço,
Nas histórias que inventei!

Rafael Nicolay

maio 06, 2011

Minhas surpresas!

Em um dia conquistei,
Com uma caixinha de surpresa,
Poesias recitei,
Admirado com tanta beleza.

Poeta singelo,
Demonstro assim as rimas que sou,
Em um céu coberto,
Aprecio estrelas desse vertiginoso amor.

E aos poucos me pergunto,
O que será que encantei?
Menina do mundo,
Como foi que te achei?

Em apenas uma hora,
Consigo te imaginar,
Juntando nossos braços,
Nova hora de bailar.

E ao céu de estrelas,
Continuo em paixão,
Nossas trocas verdadeiras,
Palavras do coração.

Com poucos minutos,
Eu começo a recitar,
Perambulando entre mundos,
Poesias  criar!
E você não sabe como,
Muito menos o porquê,
Tentando explicar os sorrisos,
Aos simples conversar com você.

Rafael Nicolay

maio 03, 2011

Aos amores desconhecidos!

Nos teus olhares me perco em devaneios
Sonhando um dia estar
Ao teu lado poder compartilhar
Meus sonhos e meus medos

Desejo teus braços envoltos nos meus
E o pulsar dos nossos corações no mesmo ritmo
Quero viver meus momentos contigo
E olhar todos os dias aos belos olhos teus

Exalar toda minha temperatura,
Presenciar toda a sua ternura,
Que expiro para poder viver,
Mas inspiro ao meu escrever...

E ao querer contemplar teus passos,
É onde me perco e me acho,
É quando desconheço o que faço,
É como idealizo nossos "amassos".

Em palavras sinceras,
Repito meu dizer,
Em agonia singela,
O medo do desconhecer.

Assim são redigidos,
Os textos na madrugada,
Para amores desconhecidos,
Solitude em copo d'água.

Aos amores desconhecidos,
Por pensar em uma vida ao seu lado,
Planejar devaneios mestiços,
Aos nossos encontros por toda a madrugada.

Rafael Nicolay & Thalita Souza


maio 02, 2011

Orvalho

O orvalho do amanhecer,
Desabrocha, desaba em uma pétala de flor,
Sorrio ao te ver...
O sol nasce, o dia começa,
Sonhei um lindo dia,
Acordei com uma bela mulher,
Uma vida transformada...
Quem sabe como é melhor.

Bem antiga!

Rafael Nicolay

Sob estrelas

Em meu canto recito,
Melodias ao luar,
Ao vento deixo escrito,
Minha vontade de te encontrar.

Pergunto em pouco tempo,
Como tudo pode ser,
Instigaste aqui dentro,
Poesias ao amanhecer...

Que por delicadeza,
Permanece em meu pensamento,
E por simples pureza,
Continuas ao relento...

Que ao luar merece um estoque,
Ao sorrir merece destaque,
Por um olhar em algo que foque,
Em noites perdurar nosso bivaque.

E com chocolate começar,
Em danças leves a praticar,
Os brindes de nossa serenata,
Em notas de pura fermata.

Em doces continuo,
Ao tom meloso desafinar,
E ao mostrar o que procuro,
Demonstro minhas cifras do que é amar!

para aquelas noites em que você não sabe o que dizer,
mas pode pensar em como seria amar.

Rafael Nicolay 

maio 01, 2011

Minha "praste", meu contraste!

É como idealizar,
O que mais se espera,
Valores e princípios,
Em uma linda pérola.

Que ganhou minha atenção,
Deteve meu coração,
Fez-me imaginar,
Como ao seu lado,
Um dia passear.

Por campos imagino,
O vento a dançar,
Ao luar te recito,
Poesias para casar.

E de longe admirando,
Com uma forma mais secreta,
E aos poucos vou chegando,
Perto desta pérola, mais bela.

Que quero cativar,
Procuro encantar,
Por simplicidade do meu ser,
Um novo cúmplice a parecer.

E como gostaste,
De um verso que citei,
Perdura como de “praste”,
A poesia que criei!

Assim permaneço em silêncio secreto,
Ao espanto ao ver como tudo é mais belo,
Pequena pérola, ao poeta conquistou,
Detentora de atenções,
Foi assim que se mostrou!


para uma admiradora não mais secreta!

Rafael Nicolay

Pôr mais...

Por um dia,
Eu sabia o que queria ser,
Não era tardia,
Essa vontade de viver.

Por novos momentos pensar,
Novos dias perambular,
Entre os palcos da existência,
Procurando esta minha essência.

E quando eu parei de andar,
Percebi o quanto queria continuar,
A pensar nesse amor,
A lembrar dessa dor...

Mais de um ano permaneceu,
As lágrimas que o meu rosto mostrou,
Por quanto tempo mais prevaleceu,
Qual dos meus valores perdurou?

E em apenas um dia,
Eu sabia o que queria ser,
Mas em metade tardia,
Meu ser lembrou-se de você...

E novamente transformou,
O que eu assimilava,
Com o que eu cantara...

Descobri por sincera franquia,
Poesia e melodia,
Que eu não sei na verdade quem sou...

Todos os dias paramos para pensar,
Há momentos em que não sabemos o que dizer,
Quem um dia poderá indagar,
O que o meu peito quer escrever?

Rafael Nicolay