Toscana /
Escrever com o corpo o que é sentido pela alma.
março 08, 2025
saudosismo?
novembro 02, 2023
prestação
sem ter motivos válidos para tal.
deixei-me ir por anseios e medos,
e agora vejo o resultado final.
de um lado, permanece a paz,
do outro, o todo que não fiz.
a sensação de um final
mesmo que não seja o mais feliz.
deveras, a responsabilidade chama
e a prestação de contas chega
o tempo, passa mais rápido
e o fôlego, aumenta?
de tantas oportunidades perdidas,
por tentar criar motivos sem razão
assumir os próprios erros
seria um ato de redenção?
deixo, portanto, aqui neste dia este relato
junto aos meus medos e inseguranças
o resultado inalterado:
fiz o que pude, como pude e da forma que foi possível fazer
no mais, olho ao meu redor e vejo a colheita florescer
nem sempre são as flores mais belas,
mas neste imenso jardim da alma
existem belezas além desta Terra.
e isso basta.
R.
março 30, 2022
Chamo o tempo.
O tempo do despertar
Quanto, deveras, é?
Ou como, talvez?
Quando...?
As maravilhas visíveis
Deixadas ao vento, por adormecer
As verdades disfarçadas,
Para a crença em qualquer tipo de mudanças, sem ponderação.
Mas há manutenção! Deveria.
Com a leveza e alegria
Com a sanidade intrínseca
E o amor em seu esplendor.
Catarses... As vezes em tempo,
Mais vezes, mas não em boa hora.
Certezas... Confusas como as nuvens,
Que não entendemos o seu existir.
Todo tempo cura, liberta e renasce
Mas, não se pode esquecer da catarse constante
Da rotina nossa de todos os dias
Dos detalhes contidos na pureza de cada poesia.
Entre o acomodar e o movimentar
Não existem linhas, mas justificativas
Porém, o caminho persiste
E está aí para quem quiser saber
E procurar aprender,
Do pouco aos bocadinhos,
Entender o ABC
E praticar sempre um poquinho.
r
novembro 01, 2021
despertar do fogo.
A jornada se apresentou,
E a trupe assim se formou.
Em diversos ciclos e círculos
Com diferentes nuances e ritmos.
A aventura que requer coragem
Para um mergulho, deveras, eterno
Na imensidão das profundezas,
O fatídico buscar a si, perante a natureza.
Em passos ínfimos, diante da criação
Eis o despertar para esta conexão
Há muito, enferrujada e desgastada,
Pelos meios, demasiadamente, humanos de seguir esta estrada.
A percepção é para o agora, o aqui e o que aflora,
A magia da vida, em distintas emoções.
O amar, sem barreiras ou condições
E a poesia oculta, nos risos e sorrisos contidos na rotina.
Eis o agradecer,
Por também participar,
E assim enxergar
A bondade que Deus nos dá.
D, K, I & R.
setembro 09, 2021
Onde foi parar?
janeiro 12, 2021
nós dois
Eu, enquanto prosa em brasa
Tu, verso d'água
Fagulha ante a calmaria
Serenidade para o porvir de cada dia
Você, com seus olhos de imensidão
Eu, desbravador amante dos traços teus
Nós, desnudos e munidos desta lida
À complementariedade da vida
A tua serenidade, tua explosão
És a verdade do teu ser em coração
Intiga-me o bem-querer
E inspira este balbuciador de versos
A dizer: Eu te amo.
Pelo encontro... Re-encontro
Durante as longínquas viagens
Neste plano ou noutro
E os frutos? Talvez possa se perguntar
Está sendo escrito a cada minuto
A carta, portanto, que venho aqui lhe escrever
Possui a semente do querer ser
O viver mais leve
E o dizer, nada breve
Não desejo pontos, mas reticências
Em nossas viagens, experiências
O caminho, trilhamos juntos
E seguimos na nossa realidade
A certeza do amor
É a Eperança que pula para flor
Por hora, deveras, recito este meu dizer
Nestes versos feitos com amor e cheios do teu querer
É também o retomar de bons e velhos hábitos
E te fazer sorrir, por cada verso que reside em teus lábios.
Eu te amo,
R.