julho 18, 2011

"Sanitude"

Portanto acomoda-se,
Com o tanto superior à súplica...
Restringem-se em mentes,
De tão pequenas e alienadas.

Ao tecido que nunca se dissipa,
Há vida em locais inesperados,
Todavia por horas tardias,
Contramão entre valores.

Esdrúxulo é ao poeta,
Tantos pensamentos para com o domador,
Que pronuncia-se no ato da festa,
"Circus" deste ator.

Em emendas produz sua síntese,
Encomendas miscigenadas,
A regra entre teses e antíteses...
Um dia, foi-se quebrada.

São em canais diferentes,
Por onde o medo entrepassa,
Entre as linhas de consciência,
Sanidade que nos extravasa.

"Aos melódicos tons,
Agradeço a um amigo,
Pois questionou ao dom:
Quão são és contigo?"

Rafael Nicolay

2 comentários:

  1. Bonita descrição! Gosto especialmente do último verso, escondido ali no canto :)

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  2. Entao, qto vale sua sanidade? =)

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