setembro 25, 2012

Sem destino.

As constelações sob este meu ser...
Que, sobre esta existência, inferem com poder.
Eis a Lua Nova no céu...
Eis a verdade em pontos do íntimo véu!

O homem do futuro em contraste
O homem do passado em desastre...
O coração afobado, se afogando...
Os pulmões hiperventilados, respirando.

A música no infinitamente pequeno,
A poesia intrinsecamente ligada ao momento.
A melodia e o dom de cantar
Eis, para todos, a felicidade no ar.

E sem destino, eu continuo...
Em um comodismo em conjunto,
Da minha mente e do meu ser...
Talvez olhar para o céu seja crescer!

"Apenas..."

Rafael Nicolay

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