dezembro 19, 2010

In between

Let me apologize to begin with
Let me apologize for what I'm about to say
But trying to be genuine
Was harder than it seemed
And somehow I got caught up in between
Let me apologize to begin with
Let me apologize for what I'm about to say
But trying to be someone else
Was harder than it seemed
And somehow I got caught up in between
Between my pride and my promise
Between my lies and how the truth gets in the way
The things I want to say to you
Get lost before they come
The only thing that's worse than one is none
Let me apologize to begin with
Let me apologize for what I'm about to say
But trying to regain your trust
Was harder than it seemed
And somehow I got caught up in between
Between my pride and my promise
Between my lies and how the truth gets in the way
The things I want to say to you
Get lost before they come
The only thing that's worse than one is none
The only thing that's worse than one is none
And I cannot explain to you
In anything I say or do or plan
Fear is not afraid of you
But guilt's a language you can understand
I cannot explain to you in anything I say or do
I hope the actions speak the words they can
For my pride and my promise
For my lies and how the truth gets in the way
The things I want to say to you
Get lost before they come
The only thing that's worse than one is none
For my promise
Between my lies and how the truth gets in the way
The things I want to say to you get lost before they come
The only thing that's worse than one is none
The only thing that's worse than one is none
The only thing that's worse than one is none

dezembro 05, 2010

Tu, minhas memórias.

Boa noite, acho que foi a melhor maneira de iniciar este post que quer tanto dizer, mas sem palavras para expressar, aliás, hoje fora o sentir que tomou conta dos momentos.
Sim, hoje fora um ótimo dia, ótimos amigos, uma ótima diversão. Filmes, sorvetes, pipocas e muita coca-cola, mas claro que isso tudo fica guardado em uma das boas partes, que podemos numerar depois da dádiva de acordar.
Mesmo com muita diversão e animação há o momento da responsabilidade, esta um pouco em atraso, mas com passos rápidos fora atingida e possui uma lacônica história de um jovem poeta que quer descobrir tanto, mas devido a sua ansiedade costuma se perder e se encontrar, sim, um jovem que para o intelecto dele, acredita-se interessante, mas era perceptível que faltava algo, algo maior.
Então, uma simples história, sem mais delongas!
Era um dia de sol e chuva, sem casamentos, mas com bons programas e boas determinações. O jovem saíra arrumado de sua moradia, sua bela e simples casa, mesmo com tanta chuva, resolveu caminhar e pensar sobre suas buscas, seus valores, seus princípios e nessa caminhada ele não estava sozinho, era detentor naquele momento de amigos ao seu lado, bons amigos e nobres que o queriam bem e queriam que os seguintes momentos continuassem melhores. O jovem andando rápido na chuva, conversando sobre tudo, sua vida, se depara em algum momento com um ônibus, uma janela, uma pessoa e um lugar vazio. Pessoa esta que está dentro do coração deste jovem, mas não mais com a intensidade de dias atrás e mesmo com esse ponto final o jovem ainda sentiu-se mal, angustiado e pensou mais sobre o que lhe faltava, pensou com seriedade que resolveu tomar uma atitude diferente e de anos esquecida: ir a uma casa humilde, com boas pessoas, com boas intenções e mensagens, bons sentimentos. Essa era a casa de um Senhor.
Ele então com seu amigo adentrou a casa, cumprimentou os presentes e escolheu um lugar ao lado de seu amigo para sentar, ouvir, sentir e pensar mais. A primeiro momento o jovem estava com um preconceito já formado, formulado e rotulado em páginas de sua memória, generalizado. Sim, mas as palavras que escutou, por ele ter prestado atenção, entraram direto em seu coração e estas o fizeram sentir-se bem, em paz.
Após o término das palavras o jovem resolveu ir a outra casa humilde, do mesmo Senhor, com seu preconceito já deixado de lado, seu coração mais aberto e suas melhores intenções em mente, decentes.
Chegando nesta segunda casa, o jovem que já sentia-se melhor, em paz, percebeu que havia muito mais ali, não eram as pessoas, era algo a mais, algo que por dentro do seu corpo por poucas palavras, atingiu suas glândulas lacrimais, pôs-se a chorar.
Então, novas palavras foram descritas o jovem prestou novamente atenção, ouviu, pensou, encontrou por fim o que lhe faltava, sua grande lacuna, dentro do seu peito que não eram de paixões, mas falta de um amor incondicional, puro, sincero.

- "Quem quer escolher entrar pela porta estreita?"

Claro que essa pergunta não era referente a espremer-se para passar por uma simples porta, a porta poderia ser simples, mas o seu outro lado é pleno. É onde encontramos o Senhor destas casas, que por seu amor, humildade e entre outros votos bons, nos marca em nossos corações, eliminando nossas faltas e não substituindo nossos vícios por outros, não. É algo a mais, algo bem maior!

E a resposta deste jovem não fora em palavras, mas sim no meio da 'multidão' de desconhecidos, estender um de seus braços com seus olhos fechados para esconder, envergonhado ainda, suas lágrimas e mostrar que quer tentar, quer passar por esta porta, quer se esforçar para isso, não é questão de vencer ou perder, mas o desejo de encontrar esse Senhor do outro lado e dar valor em todos os momentos quando falar ou pensar, "Meu Deus.".

dezembro 04, 2010

Insanidade.

Vontades, de começar pelo sono, deixar o sonho de lado, pensar em tragédias, ignorar o passado. Fútil, desnecessário, sim, realmente, são os desabafos de um alguém que 'acredita ser' um 'poeta'. Evidências, lacônicos fatos.

Aos meus amigos, bons agradecimentos por palavras que serviram de complemento para acarretar toda esta história, em quadrinhos, holywoodiana, impressa em papéis molhados pela lágrima da dor.

Hoje a noite, a primeira delas, simplesmente caiu, não do peito, não dos olhos, da pura parte, alma.

Meu voto, não o claudico fato prometido, adeus, teu Deus.

Viva tua boémia! Teu mundo, que passe bem longe do meu.

novembro 30, 2010

Transparências.

            E que eu observei nos olhos daquela mulher, fora mesmo enxergar e não ver, sua tristeza, seu medo, sua humildade. Seus sentimentos e ressentimentos da vida, do mundo, próprios. Era bem estranha a forma, feminina, que me encarou, lançando seu olhar de piedade, misericórdia, mas talvez fosse fuga, ou o próprio medo. Amarrada aos livros utilizando os braços como cordas, duas bolsas em seu ombro esquerdo, uma sacola que tampava seu ombro direito e sucessivamente sua lateral direita, era diferente.
            Quando se percebe a tristeza dos outros, a sua dor se pode aprender a gentileza, verdadeira humildade, atos de respeito.
            Transparente tudo isso, não?

(Rafael Nicolay)

novembro 29, 2010

Estranho, não?


            Eu fico aqui, sentado nessas escadas de mármore, imaginando, olhando esse céu, tão lindo e ao mesmo tempo eu olho para o chão e vejo manchas mais escuras, não com coloração, manchas de água e é então quando eu percebo o grande detalhe, de meu rosto, de meu ser, essas manchas, são as lágrimas lavadeiras da alma que me pertence, dos rostos que me cercam e me observam indagando o “Choras, mas por quê?”.
            E assim eu acordo, pensando sobre minha sorte do dia, sobre o que escrever e parar de nostalgia, quando leio a frase “Amizade é sem dúvida o melhor bálsamo para as dores do amor partido.” - Jane Austen. Penso que isso é verdade e observo agora os meus queridos amigos...
            Sim, sou esquisito.

(Rafael Nicolay)

novembro 16, 2010

Mais, minha paz.


Eu quero mais,
Não quero te repreender,
Quero te ver comigo.

Eu vou sorrir,
Vou te fazer rir,
Com cócegas no umbigo.

Eu quero a paz,
Que reina em nós,
A flor da pele.

Eu quero mais,
Quero sentir teu ar,
Em meu colar.

Eu não sou,
Muito menos de ninguém,
Eu sou um andarilho.

Vou cantar,
Eu vou caminhar,
Vou te sentir comigo.

O teu encosto,
Sentindo esbarrar,
Teu braço em meu peito doído.

Eu vou parar,
Até de rimar,
Vou fechar o bico.

Eu vou dormir,
Não vou te ver aqui,
Vou sonhar contigo.

(Rafael Nicolay)

novembro 13, 2010

Desabafos dos contos preservados.


Minha melhor metade,
Quase se perdeu,
Tentando achar a chave,
Do mundo teu.

Encontrar teus tesouros,
Saber como é teu ouro,
Decifrar teus segredos,
Guardados por chaves e pesos.

Por que é assim?
O que têm que ser?
Como dizer?
Como encontrar você?

Diga então que o meu mundo,
Já não faz parte do teu.
Saiba a minha verdade,
Com o coração que me prometeu.

Já não sei,
Não quero entender,
O que passei,
Jamais vou esquecer.

Dentro de mim,
Mora teu mundo,
Dentro de ti,
Não passo do teu muro.

Então, assim,
Não desfaço o que faço,
Então, pra mim,
Nossa despedida é abraço.

Por que é assim?
O que têm que ser?
Como dizer?
Como encontrar você?

Agora meus passos são,
Definidos pelo meu coração,
A saudade que bate no peito,
E desejo com gosto de rejeito.

Entendo os teus dias,
Completo minha poesia,
Nostalgia de nossas alegrias,
Guardo em minha caixa mais bem colorida.

Peço ao céu,
Teu envoltório de nuvens de mel,
Que te cubram em forma de véu,
E te escrevam em meu papel.

Papel que embrulho,
Em tsuru faz barulho,
Em rimas esbeltas,
Esqueço como eram belas.

(Rafael Nicolay)